O filme se destaca pela belíssima atuação de Lázaro Ramos, interpretando o Deco, que da a sua entonação de comédia, a de Wagner Moura, que é o Naldinho, que da o toque de dramático e realista sem ser pesado demais e a sensualidade fica com Alice Braga, a Karinna do filme, que em sua primeira atuação não fica apagada perante a atuação desses dois grandes atores.
A história do filme consegue se desenvolver bem até mais ou menos o meio, depois ela estagna e acaba se resumindo a uma troca de casais constante, e cansativa a mente do espectador. Por causa disso o longa se torna pesado, o que poderia ser mais leve, principalmente numa cena em que os atores praticam sexo oral em plena rua.
Mas a fita ganha por não abusar dos maquinismos, sociologia barata que é comum nos cinemas atuais. Trabalhando o tema da amizade, amor desejos, conflitos e por fim as escolhas, são mostrados com bastante veemência, nessa narrativa densa, que não qualifica nem julga os personagens, apenas mostra brutalmente os desígnios da vida em que vivemos e não enxergamos.
O final da película é poético. Aquela mistura de sangue da o toque derradeiro e inteligente do roteiro. E esse ponto alto é valido por toda a estagnação do meio do filme em diante, com sua provocação e todo simbolismo do sangue transpõe. Essa imagem é violenta, grosseira e por si só quase pornográfica assim como todo o longa.
A história do filme consegue se desenvolver bem até mais ou menos o meio, depois ela estagna e acaba se resumindo a uma troca de casais constante, e cansativa a mente do espectador. Por causa disso o longa se torna pesado, o que poderia ser mais leve, principalmente numa cena em que os atores praticam sexo oral em plena rua.
Mas a fita ganha por não abusar dos maquinismos, sociologia barata que é comum nos cinemas atuais. Trabalhando o tema da amizade, amor desejos, conflitos e por fim as escolhas, são mostrados com bastante veemência, nessa narrativa densa, que não qualifica nem julga os personagens, apenas mostra brutalmente os desígnios da vida em que vivemos e não enxergamos.
O final da película é poético. Aquela mistura de sangue da o toque derradeiro e inteligente do roteiro. E esse ponto alto é valido por toda a estagnação do meio do filme em diante, com sua provocação e todo simbolismo do sangue transpõe. Essa imagem é violenta, grosseira e por si só quase pornográfica assim como todo o longa.
Nenhum comentário:
Postar um comentário